Dois cães de guarda passam o dia a patrulhar um quintal, de um muro para o outro, cauda apontada e nariz para o ar. Ali há regras muito importantes para cumprir. Tudo tem horas certas, até a pausa para coçar a orelha. E turnos fixos: quando um dorme, o outro tem de ficar acordado. Com tanto rigor, não há intruso que apareça. Mas, então... o que faz um gato vadio junto ao portão? Ali não pode ficar! E porque é que quer fazer tudo de maneira diferente? Não se pode! Não se pode! As regras têm de ser cumpridas! Ou, se calhar, basta alterá-las um bocadinho...
textos Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz
encenação Catarina Requeijo
intepretação Berna Huidobro, Guilherme Félix, Inês Cardoso
figurinos Aldina Jesus
cenografia Carla Martinez
sonoplastia Sérgio Delgado
assistência de encenação Luís Godinho, Manuela Pedroso
mediação Nelda Magalhães
produção Teatro Nacional D. Maria II
Inserido no projeto Boca Aberta