

Há ainda tanto por fazer
Uma nova temporada, novos encontros
Quando, em setembro de 2025, o Teatro Municipal António Pinheiro voltou a abrir as suas portas, sabíamos que estávamos perante muito mais do que a reabertura de um edifício. Havia públicos para reencontrar, outros para conquistar e um Teatro que precisava de voltar a fazer parte do quotidiano da cidade.
Um ano depois, podemos olhar para o caminho percorrido. Entre setembro de 2025 e junho de 2026, o TMAP realizou 169 sessões e recebeu cerca de 37.000 espectadores, numa programação que atravessou a música, o teatro, a dança, a ópera, o cinema, a primeira infância, as escolas, a mediação cultural e a comunidade.
Um arranque que só foi possível graças aos artistas, companhias, estruturas culturais, parceiros, escolas, associações e coletividades que aceitaram fazer este caminho connosco e, naturalmente, ao público, cuja extraordinária adesão e confiança deram verdadeiro sentido ao regresso do Teatro. A todos, o nosso reconhecimento e agradecimento.
É com essa confiança, mas também com uma responsabilidade acrescida, que apresentamos a programação de setembro a dezembro de 2026. Uma programação que dá continuidade ao caminho iniciado, consolida algumas das apostas realizadas e abre espaço a novos artistas, linguagens, públicos e encontros.
Setembro volta a demonstrar a diversidade que queremos para o TMAP. Recebemos a 3.ª edição das Jornadas Internacionais de Arquitetura do Algarve (JIAA) e a exposição da 5.ª edição do Prémio de Arquitetura do Algarve, a que se junta, no teatro, Uma Vida de Amizade, com as conhecidas atrizes brasileiras Silvia Pfeifer, Adriana Garambone e Helena Fernandes.
A Feira da Dieta Mediterrânica marcará também presença na programação do Teatro, com propostas para o público infantojuvenil e famílias das companhias Boca de Cão e Teatro e Marionetas de Mandrágora, a exibição do filme SURDA, distinguido com o Prémio do Público LUX, e a apresentação do livro PORTUGAL IMATERIAL – UMA ABORDAGEM ANTROPOLÓGICA, do Professor Luís Marques.
A ligação aos públicos jovens será igualmente reforçada no âmbito da Festa da Juventude, cuja programação integra também o Teatro Municipal António Pinheiro. O TMAP recebe BULLDOG, do JAT – Janela Aberta Teatro, um espetáculo de máscara expressiva e teatro físico, sem palavras, que aborda temas como o bullying, a amizade, o amor e a família, a partir das vivências de quatro jovens em contexto escolar; e Mal-me-quer, da Réptil, um espetáculo de teatro-debate, inspirado na metodologia do Teatro do Oprimido, que convida os jovens a refletir e participar ativamente na discussão sobre a violência no namoro e as relações afetivas.
A estas propostas junta-se A Música Dá Trabalho, um projeto educativo que revela aos mais jovens aquilo que existe para além do palco, dando a conhecer as diferentes profissões que tornam possível a criação e apresentação da música — dos músicos e compositores aos técnicos de som e luz, vídeo, edição e comunicação — através de uma experiência que articula aprendizagem, experimentação e contacto direto com profissionais do setor.
A presença destes projetos na Festa da Juventude reforça uma dimensão que consideramos essencial: aproximar os jovens do Teatro não apenas enquanto espectadores, mas enquanto participantes, cidadãos e potenciais futuros profissionais da cultura. O TMAP afirma-se, assim, também como espaço de educação não formal, reflexão e descoberta, utilizando as artes para abordar questões que fazem parte da vida dos jovens e para lhes revelar novos caminhos, experiências e possibilidades.
Em outubro, assinalamos o Dia Mundial da Música com SAKAMOTO 1996, uma viagem pelo universo de Ryuichi Sakamoto, figura maior da música contemporânea, cuja obra atravessou a música erudita, a eletrónica e o cinema. De Espanha chega o Ballet Flamenco de Barcelona, com Carmen, trazendo ao palco a força, a expressividade e a teatralidade do flamenco numa interpretação de uma das obras mais universais do repertório.
O humor e o stand-up mantêm também o seu espaço, com Diogo Batáguas, em Optimista Céptico, e Eduardo Madeira, com Grande Entre os Assassinos.
O dia 24 de outubro terá um significado muito especial. O Teatro, inaugurado em 1917, celebra mais um aniversário com Rodrigo Leão – O Rapaz da Montanha, num concerto que contará com a participação especial do Grupo Coral Infantil da Academia de Música de Tavira. Um encontro simbólico entre um dos mais reconhecidos compositores portugueses e as vozes das crianças de Tavira — memória, presente e futuro no mesmo palco.
A música portuguesa terá ainda um momento especial com Raquel Tavares, uma das vozes marcantes do fado contemporâneo, e, em novembro, The Legendary Tigerman, projeto de Paulo Furtado, traz ao TMAP o seu universo entre o blues e o rock’n’roll.
A dança continuará a ocupar um lugar importante, com o regresso da Companhia Nacional de Bailado, agora com Only Duos, e, depois do sucesso da temporada anterior, do Ballet Clássico Internacional, com O Lago dos Cisnes. Também a ópera regressa com A Flauta Mágica, de Mozart, dando continuidade ao percurso iniciado com La Traviata e La Bohème.
No âmbito do protocolo com o Teatro Nacional São João, recebemos Maiúscula, com Luísa Cruz, reforçando a cooperação e o trabalho em rede com estruturas artísticas nacionais de referência.
O Mês Sénior terá igualmente expressão no Teatro, através de várias iniciativas, entre as quais cinema, uma Gala de Fado e Sempre que a Revista Canta!, com Cidália Moreira. E, pensando nos públicos desde os primeiros anos de vida, regressam os Concertos para Bebés, que tanta procuram tiveram nos anteriores ciclos de programação, desta vez com Luísa Sobral como artista convidada.
O cinema retoma em setembro, agora às terças-feiras, Terças de Cinema, com Odisseia, Playback, Spiderman, Heart of the Beast – Heróis Inseparáveis, Santo António e O Casamenteiro de Lisboa, Cartas Amarelas, entre muitos outros. Às quartas-feiras, o Cineclube de Tavira mantém a sua programação regular de cinema de autor e a 27.ª Festa do Cinema Francês volta também a passar por Tavira. Uma aposta que queremos continuar a consolidar depois da forte adesão alcançada pelo cinema durante a primeira temporada. Sabiam que o primeiro filme exibido no nosso Teatro foi no dia 27 de outubro de 1917?
No âmbito do Plano de Mediação e Comunidade, continuará também O Avesso da Cena, programa de visitas guiadas ao TMAP que, depois de já ter envolvido centenas de participantes, continuará a dar a conhecer os bastidores e o funcionamento do Teatro, aproximando o público deste espaço e de quem nele trabalha.
Ao longo destes quatro meses, continuaremos ainda a abrir as portas do TMAP às coletividades locais e aos seus projetos, porque queremos um Teatro capaz de receber artistas e estruturas nacionais e internacionais de referência, mas profundamente ligado à comunidade a que pertence.
A educação não formal continuará igualmente a ser uma dimensão fundamental do projeto. Em articulação com os agrupamentos escolares do concelho, serão desenvolvidos e apresentados diversos espetáculos e atividades, procurando estabelecer pontes entre a programação artística e os conteúdos e objetivos dos planos curriculares, aproximando a experiência cultural do percurso educativo dos alunos.
Dezembro será dedicado ao Natal e à comunidade, com Gospel Collective, o Encontro de Coros de Natal, com agrupamentos de Tavira, a segunda edição de Movimento e Magia: o Natal de Tavira em Dança, com a D Dance e a Classe de dança da Academia de Música de Tavira, e o Concerto de Natal pela Orquestra do Algarve.
A primeira temporada mostrou-nos que o caminho iniciado vale a pena. Agora é tempo de o consolidar, aprofundar e continuar a arriscar. Queremos um Teatro plural e exigente, mas também próximo; capaz de acolher grandes nomes e estruturas de referência, mas igualmente de abrir o palco à comunidade; um Teatro onde diferentes gerações, linguagens e públicos se possam encontrar.
Talvez por isso O Rapaz da Montanha seja uma imagem tão adequada para este momento. Olhamos para trás com orgulho no caminho percorrido e para a frente com a mesma inquietação com que começámos. Porque há ainda tanto por fazer.
Entre setembro e dezembro, as portas estão novamente abertas. Aos que já fizeram este caminho connosco e aos que ainda não entraram no Teatro, deixamos o convite: venham assistir, descobrir, participar e fazer parte desta nova temporada. O Teatro Municipal António Pinheiro é de Tavira e queremos continuar a construí-lo convosco.
Consulte aqui a brochura.
Morada
Teatro Municipal António Pinheiro
Rua D. Marcelino Franco, 22
8800-347 Tavira
Contactos
tm-antoniopinheiro@cm-tavira.pt
bilheteira.tm-antoniopinheiro@cm-tavira.pt
281 320 510
(custo de chamada para rede fixa de acordo com o seu tarifário)
Horário
Terça-feira a Sábado – 10h30-13h00 / 14h00-17h30
À segunda-feira a bilheteira encontra-se encerrada
Bilhetes à venda na receção do Teatro, FNAC, Worten, CTT, Pousadas da Juventude, El Corte Inglés, Lojas Note!, Rede Serveasy e BOL
Tavira desde o século XV era uma das principais urbes do Reino, como atesta a carta régia que lhe concedeu o título de cidade a 16 de março de 1520. Porém apenas em 1853 se encontra um registo de uma entidade denominada “Sociedade Dramática”, que solicita autorização à Câmara Municipal para retirar a pedra necessária para construir um espaço para espetáculos, denominado “Theatro Tavirense”, junto à Igreja de Santiago. Neste Teatro, trabalhava nesta sala uma companhia de espetáculos, assim como, recebeu várias representações teatrais ao longo do tempo, entre eles, artistas do Teatro D. Amélia e do Teatro do Gymnásio. Mais tarde, as autoridades, acabam por fechar estas instalações, por falta de condições.
Neste período que surge um novo divertimento, que começa a entusiasmar a população o Cinematógrafo. Em 1909, um grupo de tavirenses, “levanta” na Praça da Alagoa um barracão para a exibição de filmes. Este barracão seria mais tarde, em 1910 transferido para a Rua 1º de Maio, onde além do cinema, recebeu espetáculos variados.
Em 1910, as precárias condições do “Theatro Tavirense” e as poucas condições do Salão 1º de Maio, leva a que um grupo de cidadãos, anuncie a abertura de inscrições para acionistas, que levariam a cabo a construção de uma casa de espetáculos que fosse “vasta, comoda e com as necessárias condições de segurança”, esse espaço teria a denominação de “Theatro Circo”. Este projeto por razões que se desconhecem não saiu do papel.
Em 1914, por iniciativa de um grupo de cidadãos, surgiu novamente a ideia de construir um teatro que desse garantias de comodidade e segurança ao público.
No dia 24 de outubro de 1917, foi então inaugurado o Teatro Popular tendo na ocasião participado três ilustres tavirenses: António Pinheiro, Pavia de Magalhães e António Rebelo Neves.
Em maio de 1942, por iniciativa de Virgílio Monteiro, na altura administrador do Teatro Popular, numa justa homenagem ao maior vulto do Teatro tavirense e uma das referências culturais nacionais de então, é sugerida a alteração do nome para Teatro António Pinheiro, alteração essa aprovada em Assembleia Geral da Empresa de Espetáculos Tavirense
Em 1964, o Teatro António Pinheiro foi vendido à empresa Cesário & Drago, Lda e, pouco depois é demolido e reconstruído. Em 1968, seria inaugurado agora com o nome de “Cine – Teatro António Pinheiro”. Assim, a 10 de fevereiro o renovado Equipamento é reaberto, apresentando duas sessões, do filme “Felizes para Sempre “, de Sofia Loren e Omar Sherif.
Com o decorrer dos anos o espaço perdeu a sua importância, novos equipamentos apareceram na região e os proprietários viram-se obrigados a vender o Cineteatro António Pinheiro. Em 2001 o Município de Tavira adquire o Imóvel e em 2018 deu-se início à sua requalificação.
Este Equipamento, após obras de requalificação, veio conferir nova vida ao antigo Cineteatro António Pinheiro mudando também, mais uma vez, de nome, agora Teatro Municipal António Pinheiro, propriedade do Município.
1 O HERALDO, 29/06/1905, Nº 1198, ANO 23º
2 PROVÍNCIA DO ALGARVE, 4/06/1910, Nº 88, ANO II
O Teatro Municipal António Pinheiro é um Equipamento de acolhimento, que também estimula e apoia a criação artística, o trabalho em rede e o envolvimento da comunidade em geral, da comunidade escolar e do eco sistema associativo do concelho de Tavira. Constitui assim uma âncora muito importante na prossecução das políticas culturais definidas pelo Município. Pretende-se que desenvolva uma programação que fomente a democratização do acesso à cultura, a cooperação institucional entre os diferentes níveis de administração, contribuindo para a correção de assimetrias e, ainda, contribuir para a coesão territorial e o desenvolvimento das populações, do concelho de Tavira, deste Algarve Oriental, o Sotavento, e de toda a região algarvia.
O Teatro Municipal António Pinheiro tem como Missão a apresentação de uma programação eclética, de qualidade e regular, diversificada, para todos, acessível, inclusiva, que promova a criação de públicos, um Teatro aberto à comunidade, que contribua para a fruição artística, a promoção e a circulação de projetos locais, regionais, nacionais e internacionais, no domínio das artes performativas e musicais, sem esquecer a exibição cinematográfica. Um espaço dedicado à celebração da Arte em todas as suas formas, um local de criação, expressão e reflexão, uma casa aberta para a diversidade cultural, social e artística, o reflexo da rica historia e do dinamismo da cidade, onde a cultura se pretende acessível inclusiva e transformadora. Citando Alberto Caeiro, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, “Eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura”, pretende-se que o Teatro Municipal António Pinheiro seja um espaço expansivo, que ultrapassa o físico e nos permite sentir, perceber e expandir as nossas consciências para além do óbvio e do imediato. O Teatro Municipal António Pinheiro pretende ser um reflexo do mundo, uma janela por onde o público possa atravessar em direção a novas perspetivas e dimensões.
Tem ainda como objetivo a dinamização de atividades em vários domínios estando tecnicamente apetrechado para uma utilização polivalente em áreas como a música, teatro, dança, artes cénicas, circo contemporâneo, cinema, ópera, cinema, mas também para colóquios, encontros, seminários, conferências, congressos, stand up, entre outros.
É ainda prioritário o desenvolvimento de processos de educação e de mediação artística, que por um lado apostem na criação de instrumentos que estimulem a participação cultural de todas as comunidades e identidades culturais, e por outro, promovam a relação da cultura com a educação numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida, com particular enfoque no estímulo às práticas artísticas acessível a todos os níveis de ensino, a criação artística, a capacitação do tecido cultural, o pensamento critico, a cidadania e a liberdade de expressão.
Além das iniciativas programadas pelo Teatro Municipal António Pinheiro/Município de Tavira, poderão ter também lugar no espaço outras promovidas por terceiros, desde que contribuam efetivamente para a dinamização cultural e artística do concelho, sejam de manifesto interesse público e aprovadas pelo Município.
Pretende-se que o Teatro Municipal António Pinheiro se torne mais do que um espaço físico e seja valorizado como um lugar carregado de significados culturais e sociais. Um espaço de memórias e afetos, no qual a comunidade de Tavira se reconhece e se encontra, a cada espetáculo. O Teatro cria camadas de significado e se torna assim uma extensão da identidade local. Queremos que o Teatro Municipal António Pinheiro seja visto como um lugar de experimentação e fluxo, onde novas linguagens e formas de expressão podem surgir, se encontram, se transformam e se reconectam constantemente, com a comunidade e com novas expressões artísticas, representando a vitalidade artística da cidade. Um espaço ativo e vivido onde as pessoas não são apenas espetadores, mas participantes na construção do lugar criando um espaço que reflete a cidade, a sua história, e identidade. No fundo queremos que o Teatro Municipal António Pinheiro se torne de facto um lugar em que a comunidade de Tavira se reconheça e se expresse culturalmente, criando um espaço de encontro e transformação contínuos.
Segunda alguns autores o lugar e o espaço têm um papel fundamental na construção das identidades sociais, dado estarem intimamente ligados à cultura, assim, o Teatro como lugar de expressão artística pode ser um ponto de emancipação cultural e social, quebrando barreias e promovendo a inclusão. Pretende-se através da programação proposta promover a emancipação dos públicos num processo de capacitação e libertação, permitindo-lhes uma maior autonomia critica e criativa.
O Teatro Municipal António Pinheiro pretende-se que seja um lugar de que os tavirenses se apropriem na interação desejada, seja participando como espetadores, ou integrando produções próprias, eles constroem o lugar com a sua presença, tornando-o algo único e vivo, um ponto de encontro culturalmente dinâmico.
Os espaços são reservatórios de memorias e imagens afetivas. No contexto do Teatro Municipal António Pinheiro, esta poética, de espaço e memoria, pode ser aplicada ao entendimento de como o Teatro é efetivamente um espaço de memória coletiva, construído em 1917, com várias remodelações, em cada espetáculo, cada interação, e cada movimento se tornam parte da identidade cultural do lugar.
Que o público do Teatro não seja apenas um consumidor de cultura, mas também um público ativo, consciente e participante no processo cultural. Que a programação seja um meio para promover essa autonomia, levando os públicos a questionar, refletir e eventualmente a transformar o seu contexto social e cultural.
Pretendemos que o Teatro Municipal António Pinheiro não seja apenas um espaço físico, mas sim, um lugar carregado de significados emocionais e que as pessoas se liguem afetivamente, vivido e sentido, com valores simbólicos criando uma ligação e pertença.
Viva o Teatro Municipal António Pinheiro!
Departamento Desenvolvimento Sociocultural
Cristina Neto
Divisão de Gestão Cultural e Direcção Artística
José Barradas
Assistente Programação
Isabel Fernandes
Contratação Pública
Telma Luz
Multimédia
Ivo Costa
Mediação Cultural
Manuela Ruivinho
Produção
Sónia Salas
Miguel Peres Santos
Frente de Casa
Abílio Nascimento
Rita Crespo
Valério Rufino
Limpeza
Raquel Diogo
Olimpia Lourenço
Design
– A bilheteira encontra-se aberta, em funcionamento, de terça-feira a sábado – 10h30-13h00 / 14h00-17h30
– À segunda-feira a bilheteira encontra-se encerrada.
– Em dias de espetáculo, a bilheteira abre 2 horas antes do mesmo.
– Nos 30 minutos que antecedem o espetáculo, só se vendem bilhetes para o mesmo.
– Aquando a realização dos cinemas e eventos de acolhimento, a Bilheteira abrirá 1h antes.
– A bilheteira encerra 30 minutos após o início do espetáculo.
– O bilhete deve ser conservado até ao fim do espetáculo.
– Agradecemos a verificação dos bilhetes no momento da compra.
– O bilhete é válido apenas para a sessão indicada.
– Bilhetes à venda na receção do Teatro, FNAC, Worten, CTT, Pousadas da Juventude, El Corte Inglés, Lojas Note!, Rede Serveasy e BOL
– 281 320 510
– bilheteira.tm-antoniopinheiro@cm-tavira.pt
Informações e Reservas
-As reservas podem ser efetuadas através do telefone 281 320 510 ou do e-mail bilheteira.tm-antoniopinheiro@cm-tavira.pt
-As reservas sem pagamento prévio têm de ser levantadas até 72 horas depois de terem sido efetuadas ou serão anuladas. Só se aceitam reservas até 3 dias antes da data do espetáculo.
-Os lugares de mobilidade reduzida destinam-se exclusivamente a pessoas com deficiência física, estando devidamente assinalados na bilheteira e em qualquer outro ponto de venda físico ou online.
Regras da Sala
– As portas da sala abrem, em geral, 30 minutos antes do início do espetáculo.
– Não é permitida a entrada na sala após o início do espetáculo, salvo indicação expressa dos assistentes de sala.
– Não é permitido filmar, gravar ou fotografar durante os espetáculos.
– Não é permitido fumar no Teatro.
– Não é permitida a utilização de telemóvel ou de outros aparelhos de sinal sonoro no interior da sala.
– Não é permitido comer ou beber no interior da sala.
– Não é permitida a entrada de animais, à exceção de animais de assistência, conforme previsto na lei em vigor.
Consulte o rider técnico aqui.

Missão
A Rede AZul – Rede de Teatros do Algarve foi criada em 2016 e tem como missão apoiar a criação e produção culturais regionais, rentabilizando as infraestruturas existentes e reforçando a oferta artística no sul do país.
Objetivos
Pretende facilitar a criação, fidelização e formação de públicos, possibilitando a criação de condições para a edição de uma agenda cultural conjunta e para a implementação de um modelo de gestão partilhado dos espaços culturais. Entre outros objetivos, a rede visa igualmente contribuir para a formação e a qualificação dos profissionais que trabalham nos vários equipamentos culturais.
Eixos
Eixo 1 – Apoio à criação
Pretende valorizar e densificar a criação cultural na região, apoiando as estruturas artísticas de cariz amador.
Eixo 2- Programação
Pretende realizar um trabalho de programação em rede, possibilitando a criação de sinergias e de economias de escala na coprodução e compra de espetáculos, assim como na concertação de agendas.
Eixo 3 – Formação
Pretende contribuir para a formação contínua das equipas, assim como qualificar o tecido artístico regional.
Plano de Atividades 2025
As atividades a desenvolver no ano de 2025 irão centrar-se em três vetores essenciais, que são:
- Criação de Bolsa de Espetáculos
- Com intuito de desenvolver e sustentar o tecido cultural criativo do Algarve, a Rede Azul pretende no ano de 2025 organizar uma bolsa de espetáculos criados por artistas algarvios ou que estejam cá sediados. O objetivo desta bolsa é que cada parceiro da Rede Azul seja obrigado a programar, durante o ano de 2026, pelo menos 1 espetáculo dessa bolsa. Os espetáculos a programar por parte dos equipamentos culturais da Rede Azul terão de ser de criadores de outros concelhos da Rede.
- Lançamento de um Convite à Criação Artística para estruturas criativas do Algarve
- Dando seguimento aos espetáculos criados em 2016 – “Leôncio e Lena” pelo LAMA Teatro, em 2018 – “Moda Vestra” de João Frade, Rafael Correia e Ana Perfeito, e em 2019 “Diz-me, António” de Carolina Cantinho, Armando Correia e Pedro Pinto, é objetivo da Rede Azul manter o convite à criação, dirigido às estruturas criativas a região, no intuito de criar novos objetos artísticos a serem apresentados no ano de 2026 nos diferentes espaços que integram a Rede. O apoio à criação será lançado no ano de 2025 e o vencedor deste apoio pode começar a criação ainda no corrente ano.
- Conferências e Ciclo de Debates
- A Rede AZul pretende no ano 2025 organizar um ciclo de conferências e seminários sobre diferentes temáticas no âmbito cultural, iniciativas essas que irão decorrer em diferentes espaços da rede, destinados a pessoas que no seu dia a dia trabalham as questões culturais.
Parceiros
A Rede AZul integra atualmente 13 parceiros, designadamente:
- Cineteatro Louletano
- Teatro das Figuras (Faro)
- Auditório Municipal de Albufeira
- Auditório Carlos do Carmo (Lagoa)
- Centro Cultural de Lagos
- Auditório Municipal de Olhão Maria Barroso
- TEMPO – Teatro Municipal de Portimão
- Cineteatro Jaime Pinto (São Brás de Alportel)
- Teatro Mascarenhas Gregório (Silves)
- Teatro Municipal António Pinheiro (Tavira)
- Centro Cultural António Aleixo (Vila Real de Santo António)
- Auditório da Biblioteca Municipal de Castro Marim
- Centro Cultural de Vila do Bispo
Contactos Rede AZul
- Email: redeteatrosazul@gmail.com
- Facebook: https://www.facebook.com/redeazulalgarve/
Contactos Parceiros Rede AZul
Cineteatro Louletano
- Morada: Rua Doutor Frutuoso da Silva, 8100-501 Loulé
- Email: cinereservas@cm-loule.pt | Telefone: 289 400 820
- Website: https://cineteatro.cm-loule.pt/
- Bilheteira online: https://cineteatrolouletano.bol.pt
- Direção artística: Dália Paulo
- Programação artística: Paulo Silva
Teatro das Figuras (Faro)
- Morada: Rua João de Brito Vargas, 8005-518 Faro
- Email: geral@teatromunicipaldefaro.pt | Telefone: 289 870 077
- Website: www.teatrodasfiguras.pt
- Bilheteira online: https://teatrodasfiguras.bol.pt/
- Programação artística: Gil Silva
Auditório Municipal de Albufeira
- Morada: Rua do Município – Cerro da Alagoa, 8200-863 Albufeira
- Email: geral@cm-albufeira.pt | Telefone: 289 599 645
- Chefe de Divisão: Carla Ponte
Auditório Carlos do Carmo (Lagoa)
- Morada: Rua do Centro de Saúde, 8400-413 Lagoa
- Email: cultura@cm-lagoa.pt | Telefone: 282 380 452
- Bilheteira online: https://auditoriocarlosdocarmo.bol.pt/
- Programação artística: Paulo Francisco
Centro Cultural de Lagos
- Morada: Rua Lançarote de Freitas, 7 | 8600-605 Lagos
- Email: centro.cultural@cm-lagos.pt | Telefone: 282 770 450
- Bilheteira online: https://centroculturaldelagos.bol.pt/
- Chefe de Divisão: José Viegas
- Programação artística: Vera Feu
Auditório Municipal de Olhão Maria Barroso
- Morada: Rua Diogo de Mendonça Corte Real, 1 | 8700-232 Olhão
- Email: auditorio@cm-olhao.pt | Telefone: 289 700 160
- Website: https://auditoriomunicipal.cm-olhao.pt/
- Bilheteira online: https://ticketline.sapo.pt/salas/sala/658
- Programação artística: Vítor Lopes
TEMPO – Teatro Municipal de Portimão
- Morada: Largo 1.º de Dezembro, 8500-538 Portimão
- Email: geral@teatromunicipaldeportimao.pt | Telefone: 282 242 650 / 961 579 917
- Bilheteira online: https://tempo.bol.pt
- Programação artística: Ana Águas
Cineteatro Jaime Pinto (São Brás de Alportel)
- Morada: Av. da Liberdade, 22 | 8150-101 São Brás de Alportel
- Email: cine.teatro@cm-sbras.pt | Telefone: 289 840 211 / 289 840 000
- Programação artística: Sónia Silva / Patrícia Reis
Teatro Mascarenhas Gregório (Silves)
- Morada: Rua Cândido dos Reis, s/n | 8300-126 Silves
- Email: cultura@cm-silves.pt | Telefone: 282 440 800
- Bilheteira online: https://cmsilves.bol.pt/
- Programação artística: João Estiveira / José Guia
Teatro Municipal António Pinheiro (Tavira)
- Morada: Rua Dom Marcelino Franco, 22, 8800-347 Tavira
- Email: tm-antoniopinheiro@cm-tavira.pt | Telefone: 281 320 510
- Programação artística: José Barradas
Centro Cultural António Aleixo (Vila Real de Santo António)
- Morada: Rua Dr. Teófilo Braga, 8900-231 Vila Real de Santo António
- Email: geral@cm-vrsa.pt | Telefone: 281 510 045
- Bilheteira online: https://cm-vrsa.bol.pt
- Programação artística: Vítor Junqueira e André de Oliveira
Auditório da Biblioteca Municipal de Castro Marim
- Morada: Rua 25 de Abril, s/n | 8950-122 Castro Marim
- Email: biblioteca@cm-castromarim.pt | Telefone: 281 510 747
- Programação artística: Tina Castro / João Pereira
Centro Cultural de Vila do Bispo
- Morada: Praça da Tanegashima 8650, Vila do Bispo
- Email: geral@cm-viladobispo.pt | Telefone: 282 630 600
- Programação artística: Tânia Lucas









